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O Palácio da Pena, em Sintra, Portugal, situa-se no topo de uma colina rodeada de árvores, com vista para a paisagem.
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Palácio da Pena

Visita ao Palácio Nacional da Pena em Sintra

O Palácio Nacional da Pena em Sintra é uma alma antiga feita de pedra e cal, testemunha de séculos de história, das vozes de rainhas e reis, de sonhos perdidos no tempo. Está encerrada na alma de SintraA torre do palácio é uma joia pálida que reflecte o sol português. Repara-se imediatamente nas suas duas torres em forma de cone, que se assemelham a chaminés ou coroas que se erguem sobre o palácio. Tem um Alma mourisca e nas suas veias carrega ainda a herança islâmica do seu primeiro grito, do seu primeiro sopro. O povo árabe construiu-a por vontade dos emires, mas mais tarde encontrou a sua voz junto dos soberanos de Portugal.

Durante a sua longa vida, foi residência real, refúgio de verão, baú de segredos. Um palácio amado e restaurado pelos muitos monarcas que viveram entre as suas paredes. Cada um deles deixou uma marca importante no edifício. Um mosaico de estilos, desde Gótico para mourisco e Renascençacomo tantos fios a tecer um bordado do passado. Os visitantes exploram-no pela sua azulejosmas também pelos seus tectos de madeira finamente esculpidos que parecem contar lendas suspensas entre o céu e a terra.

No Sala dos BrasõesNa Sala dos Brasões, os nobres no poder parecem ainda vigiar o palácio enquanto os seus emblemas são expostos. Uma sala cheia de orgulho, mas também de silêncio. Um edifício que viu nascer alianças, mas também as viu desmoronar sob os escudos da guerra. A sua sala preferida é a Sala das Pegasonde há quarenta pegas pintadas no teto. Essencialmente, cada pega representa uma dama da corte que se envolveu num beijo com o rei. Assim, o soberano, para calar os mexericos, mandou pintar estas pegas com a inscrição "para o bem". Uma forma de travar as línguas maliciosas, mas talvez também de tranquilizar a sua própria consciência.

Depois, há os pátios que rodeiam o palácio, cheios de luz, frescos no verão e também cheios de sussurros. Os Pátio central reflecte a luminosidade e os passos, enquanto os salpicos de água ecoam melodias mouriscas. A água é um elemento vital, ciosamente encerrado em cada fonte. Uma espécie de presente para os monarcas que reinaram dentro das suas muralhas durante os dias mais quentes de verão. Para não falar dos cozinhas reais e o famoso chaminés-torreO interior da casa é, talvez, o elemento mais fotografado de todos. E para o visitante, uma vez lá dentro, quase parecerá possível sentir os aromas do passado, incluindo especiarias, assados e as amêndoas usadas para fazer doces.

O palácio não é apenas pedra ou apenas um museu, mas sobretudo uma memória viva. O palácio testemunhou as lágrimas de monarcas derrotados, o riso das crianças, os filhos dos reis, os suspiros sinceros dos amantes e também o farfalhar dos véus das rainhas. Um palácio que foi simultaneamente um refúgio em tempos de peste e de grandes guerras, e também um lugar cheio de paz em momentos de tréguas. Do terraço do palácio avistam-se todos os SintraA cidade é um lugar de sonho, com as suas colinas, os seus jardins e o mar ao longe.

O palácio viu passar as estações do ano, as cores mudarem. Acabou por conseguir sobreviver aos terramotos, ao abandono e às renovações, erguendo-se sempre mais forte do que antes. Se antes os seus habitantes eram soberanos ou nobres, agora são visitantes curiosos. Alguns param para contemplar as suas maravilhas, outros demoram-se para tirar fotografias e registar momentos preciosos da sua visita. O Palácio Nacional de Sintra não é apenas uma paragem turística, mas um coração que bate dentro da pedra. Um pedaço da história de Portugal que tem sempre algo a dizer a cada pessoa que passa pela sua porta. De que é que está à espera? Vá descobrir esta joia portuguesa e não se vai arrepender!

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O que ver no Palácio da Pena em Sintra

Sintra é um sonho, um lugar de conto de fadas onde cada pequeno e grande canto conta a sua própria história. Cada edifício tem a sua própria alma e cada rua está destinada a perder-se em beleza. Fica a menos de uma hora de Lisboa e é uma mistura de história, natureza, mistério e arte. O que é que significa visitar Sintra? Significa entrar num mundo suspenso entre realidade e fantasia.

O símbolo que representa Sintra é o Palácio Nacional da Pena (Palácio Nacional da Pena), que domina toda a região a partir das alturas da Serra. O efeito da sua vista é verdadeiramente difícil de exprimir: cúpulas amarelas, paredes escarlates, torres que se erguem como se tocassem o céu com a ponta de um dedo, enquanto os ornamentos mouriscos coexistem numa sincronia de cores que traçam os fios de um sonho. A sua construção data do século XIX, sobre as ruínas de um antigo mosteiro, e é uma verdadeira obra-prima de Romantismo português. Foi mandada construir por Fernando II como residência de verão para a família real.

O palácio contém uma mistura de diferentes estilos, tanto arquitectónicos como artísticos. Começa com o Gótico e depois passa por Manuelina influências para o Renascença e mourisco. Apesar das muitas nuances estilísticas diferentes, tudo se conjuga com uma harmonia notável. O visitante que percorrer os seus corredores terá a impressão de estar a folhear as páginas de um romance ilustrado, com mobiliário de época, pinturas, vidros multicoloridos e vistas panorâmicas de cortar a respiração.

Imperdível é o Parque da PenaO jardim é um grande jardim romântico, onde as ruelas sinuosas, os lagos escondidos, os fetos gigantes e as árvores centenárias enquadram um cenário quase de fantasia. Os Palácio da Pena é um castelo de conto de fadas, enquanto Quinta da Regaleira é uma aventura simbólica densa de esoterismo. A sua construção deve-se a Monteiro, entre 1904 e 1910, em colaboração com o arquiteto Manini. Deram vida a uma moradia evocativa de tons eclécticos, que se desdobra num labirinto de conceitos relacionados com a época dos Templários e com a Maçonaria.

O protagonista deste local é, no entanto, o jardim, com grutas, fontes, estátuas misteriosas e o Poço de iniciação. É uma escada em espiral que simboliza um caminho "iniciático" da morte ao renascimento. Um lugar que certamente não deixa ninguém indiferente.

Depois, há o centro histórico, animado por ruas de paralelepípedos e cafés cheios do aroma dos doces típicos chamados travesseiros. Aqui surge o Palácio Nacional de SintraO palácio real, conhecido pelas suas duas enormes torres cónicas brancas. É um palácio real que foi excecionalmente bem preservado e foi outrora a residência favorita de vários reis. No interior do palácio, encontram-se salas sumptuosas, como a Sala dos Brasõesadornada com 72 brasões de armas nobres, ou o Sala dos Cisnescontam a história do luxo de uma época passada. O estilo arquitetónico é uma mistura de Gótico, Mudejar e Manuelina influências.

Imersos na vegetação enevoada da Serra, a pouca distância do palácio, encontram-se os restos do Castelo dos MourosA vila de Sintra é uma antiga fortaleza construída pelos mouros no século IX. Daqui, Sintra pode ser contemplada em todo o seu esplendor nos dias mais claros. Um local que transmite uma sensação de paz, oferecendo um silêncio místico. Ideal para os amantes da história, mas também para os que preferem vistas espectaculares.

É obrigatório fazer uma pausa no centro histórico de Sintra, entre casas em tons pastel, oficinas de artesanato e tascas clássicas. Não pode deixar de provar o travesseiros, os típicos folhados recheados com creme de amêndoa, bem como os queijadas, pequenos bolos feitos com canela e queijo fresco. Entre as bebidas, há ginjinha, um delicioso licor de cereja frequentemente servido em pequenas chávenas de chocolate.

Outra atração a visitar é o Palácio de MonserrateO palácio é um triunfo do orientalismo romântico. O palácio está rodeado por um jardim botânico exemplar, perfeito para quem quer passear no meio de um estilo arquitetónico que recorda Indiano, Gótico e Persa atmosferas. O tempo parece parar e alongar-se aqui, porque é talvez o palácio mais calmo em comparação com os outros sítios mais concorridos de Sintra. A sua calma é pura magia. Um local de sonho que não se visita simplesmente, mas onde se respira e se vive uma segunda vida.

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Informações úteis

Horário de funcionamento

O Parque está normalmente aberto 09:00-19:00e o Palácio 09:30-18:30. As últimas admissões fecham mais cedo do que o local - verifique o seu bilhete para saber os limites exactos (estão indicados na página oficial). A entrada no interior do palácio é efectuada por faixa horária.

O Palácio da Pena coroa a Serra de Sintra por cima da vila. O Palácio O parque tem duas entradas públicas-Entrada principal e Entrada dos lagos-ambos assinalados na página oficial "Como chegar" (com coordenadas GPS se estiver a fazer mapas). Não são permitidos carros particulares até ao monumento.

  • Comboio de Lisboa → Sintra: PC Linha de Sintra de Rossio / Oriente / Entrecampose depois o transporte local para subir a colina.
  • Autocarro 434 "Circuito da Pena": circuito unidirecional de Estação de comboios de Sintra → Castelo dos Mouros → Pena → centro histórico → estação. É o hop-on mais conveniente para a subida.
  • A pé (cénico, íngreme): caminhar o Santa Maria / Seteais / Villa Sassetti trilhos pela floresta se quiser fazer exercício.
  • Condução: Parque em Sintra e mudar para autocarro/trilho; não é permitido o acesso de veículos ao monumento.
Melhor altura para visitar

Ir cedo (primeiras faixas horárias) ou final da tarde para evitar as grandes ondas. O microclima de Sintra pode ser fresco e ventoso no topo da colina - traga uma camada leve.

Plano ~2-3 horas para o Palácio + Parque a um ritmo descontraído (mais se quiser passear pelos lagos e miradouros).

  • Dentro do parque: existem caminhos sem degraus; as distâncias entre o portão e o palácio são ~600 m no percurso sem barreiras (íngreme). Cadeiras de rodas manuais mediante reservaOs funcionários podem ajudar na recolha do serviço de transporte.
  • Vaivém: a transferência paga corridas a cada ~15 minutos entre os Entrada principal ↔ Palácio (suplemento oficial indicado na página de horários/preços). O embarque em cadeira de rodas é suportado.
  • Interior do palácio: não totalmente acessível devido a numerosas escadas; as áreas de café/restaurante/loja são acessíveis com elevador e casas de banho adaptadas.
Horário de funcionamento

O Parque está normalmente aberto 09:00-19:00e o Palácio 09:30-18:30. As últimas admissões fecham mais cedo do que o local - verifique o seu bilhete para saber os limites exactos (estão indicados na página oficial). A entrada no interior do palácio é efectuada por faixa horária.

O Palácio da Pena coroa a Serra de Sintra por cima da vila. O Palácio O parque tem duas entradas públicas-Entrada principal e Entrada dos lagos-ambos assinalados na página oficial "Como chegar" (com coordenadas GPS se estiver a fazer mapas). Não são permitidos carros particulares até ao monumento.

  • Comboio de Lisboa → Sintra: PC Linha de Sintra de Rossio / Oriente / Entrecampose depois o transporte local para subir a colina.
  • Autocarro 434 "Circuito da Pena": circuito unidirecional de Estação de comboios de Sintra → Castelo dos Mouros → Pena → centro histórico → estação. É o hop-on mais conveniente para a subida.
  • A pé (cénico, íngreme): caminhar o Santa Maria / Seteais / Villa Sassetti trilhos pela floresta se quiser fazer exercício.
  • Condução: Parque em Sintra e mudar para autocarro/trilho; não é permitido o acesso de veículos ao monumento.

Ir cedo (primeiras faixas horárias) ou final da tarde para evitar as grandes ondas. O microclima de Sintra pode ser fresco e ventoso no topo da colina - traga uma camada leve.

Plano ~2-3 horas para o Palácio + Parque a um ritmo descontraído (mais se quiser passear pelos lagos e miradouros).

  • Dentro do parque: existem caminhos sem degraus; as distâncias entre o portão e o palácio são ~600 m no percurso sem barreiras (íngreme). Cadeiras de rodas manuais mediante reservaOs funcionários podem ajudar na recolha do serviço de transporte.
  • Vaivém: a transferência paga corridas a cada ~15 minutos entre os Entrada principal ↔ Palácio (suplemento oficial indicado na página de horários/preços). O embarque em cadeira de rodas é suportado.
  • Interior do palácio: não totalmente acessível devido a numerosas escadas; as áreas de café/restaurante/loja são acessíveis com elevador e casas de banho adaptadas.

Mapa do Palácio da Pena

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